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BLOGs - Reprodução Humana

Pequena história dos anticoncepcionais

Publicado em 23/07/2015 - 16:06
Em outros tempos, era natural para a mulher experimentar diversas gravidezes, posto que não existia nenhum procedimento que pudesse evitá-las. Assim, formavam-se famílias com vários filhos, muitos dos quais morriam ao nascer. Os costumes eram estes: as experiências sexuais da mulher eram apenas com o marido, e isso estava ligado à proliferação da família por meio de filhos. Apesar disso, sempre existiram, mesmo em épocas mais remotas, e por vários motivos, tentativas de separar a relação sexual da reprodução. Sigmund Freud chegou a afirmar que teria sido uma grande liberação para os humanos se houvesse essa separação. Durante a história da humanidade, muitas tentativas foram feitas nesse sentido. Algumas, citadas a seguir, verdadeiramente hilariantes. O que funciona intoxica e o restante não funciona. 1. Egito Antigo: uso de goma arábica dentro do canal vaginal (é, realmente, nociva ao espermatozoide). Utilizava-se também uma mistura de estrume de crocodilo e mel, a…
“As mulheres devem passar grande parte da vida em casa, cuidando dos filhos e cozinhando. Não podem andar desacompanhadas, devem estudar apenas o necessário, e não trabalhar se forem casadas. Coisas como carreira, dinheiro e poder são atribuições exclusivas do homem.” Longe de significar um dogma de alguma seita radical, essa era a condição da mulher na sociedade europeia do início do século XIX. Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial e com a convocação de todos os homens sadios para o front, mulheres foram “obrigadas” a cuidar das cidades, exercendo trabalhos antes delegados apenas aos homens. Durante a Segunda Grande Guerra, isso foi mais acentuado ainda, com a mulher ocupando inclusive posições nos transportes públicos, nas fábricas de munições e também nos exércitos.Finda a guerra, os homens voltaram para ocupar os cargos que exerciam, e uma parte da mão de obra feminina foi desprezada. Aquelas que continuaram trabalhando tinham…

Um embrião, uma gravidez

Publicado em 08/05/2015 - 14:28
Dois fatores foram diretamente responsáveis pelo desenvolvimento da reprodução humana. Em primeiro lugar, a mulher assumiu sua justa posição profissional e, por isso, os casais passaram a desejar a gravidez mais tardiamente, quando a taxa de gravidez é menor. Em segundo, tornou-se mais comum a existência de experiências sexuais com mais de um parceiro, o que resulta numa chance maior de doenças sexualmente transmissíveis, com sequelas que reduzem a fertilidade. Embora as técnicas de reprodução assistida resolvam esses problemas, elas têm seus efeitos colaterais. Um deles é a multiparidade: as taxas de gravidezes de mais de um filho aumentaram. Além das potenciais complicações da própria gestação, a multiparidade eleva o custo da assistência dos sistemas de saúde e, igualmente, é prenúncio de gastos duplicados para o casal. Em momentos em que a economia anda mal, torna-se extremamente interessante — tanto para os sistemas de saúde quanto para os futuros pais…

Até quando meu ovário vai funcionar?

Publicado em 10/04/2015 - 11:46
Uma grande e crescente preocupação dos casais, especialmente da mulher, é com a piora do potencial reprodutivo com a idade. Isso porque, no momento atual, muitos têm preferido retardar a gravidez, em razão da busca, primeiramente, de estabilidade profissional e econômica.  Ora, conforme o tempo passa, o número de óvulos da mulher tende a reduzir. Os óvulos encontram-se, nos ovários, dentro de bolsas de líquido chamadas de folículos. A diminuição do número de óvulos tem relação com a perda de folículos, o que pode ser verificado por meio do exame de ultrassom. Na figura, o aspecto ultrassonográfico de um ovário com seus folículos (f).  A redução da quantidade de folículos se torna mais aguda após os 37 anos e, por isso, a taxa de gravidez da mulher também declina mais rapidamente a partir dessa idade. A quantidade de folículos que existe no ovário, a certa idade, é denominada de reserva ovariana,…

Três pais

Publicado em 02/03/2015 - 14:06
O esquema mostra, dentro do quadro, a estrutura de um óvulo normal. Existe um núcleo (em amarelo) onde estão os cromossomos, conjuntos de genes (DNA) que determinam as características hereditárias da pessoa. Envolvendo o núcleo está o citoplasma (em azul), que contém várias estruturas que dão apoio à vida da célula. Uma dessas estruturas é o mitocôndrio (pontos brancos dentro do citoplasma). Dentro do citoplasma existem vários mitocôndrios. Eles são os produtores da energia que a célula precisa para se manter viva: são as usinas de força da célula. Os mitocôndrios têm moléculas parecidas com as dos genes, chamadas de DNA. Ocorre que, em algumas pacientes, os óvulos têm mitocôndrios doentes (bege, na figura), capazes de produzir embriões que não geram gravidez saudável. Mesmo nesses casos o núcleo (roxo, na figura) é normal. Por isso, o que se faz é retirar o núcleo do óvulo doente e colocá-lo num citoplasma…
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