SPDM - Saúde em geral

SPDM assume gestão da Unidade de Atendimento ao Dependente (Unad)

Desde o dia 1o de abril de 2013, a SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina assumiu a gestão da Unidade de Atendimento ao Dependente (Unad), centro de tratamento gratuito e intensivo de dependentes químicos, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. O objetivo da Unad é prestar assistência de qualidade baseada em evidências científicas, com eficiência financeira.

A unidade, que integra a rede de assistência ao dependente químico do município de São Paulo, atuará na etapa inicial da recuperação do paciente, por meio de internações de curta duração, de 20 a 60 dias, para desintoxicação e intervenção na crise. Segundo o dr. Claudio Jerônimo da Silva, diretor técnico da Unad, as internações poderão ser voluntárias, involuntárias ou compulsórias, de acordo com o caso e a demanda da rede e da promotoria pública. “A internação é decidida pelos profissionais da rede, em conjunto com pacientes e familiares”, explica o psiquiatra, enfatizando que a admissão ao serviço será feita exclusivamente através de encaminhamento da Central de Regulação de Saúde Mental do município de São Paulo.

Com capacidade para 80 leitos, a Unad desenvolverá um trabalho focado na intervenção na crise, na desintoxicação e início da recuperação educacional e na reinserção social dos pacientes usuários de substâncias psicoativas, que, durante o período de internação, contarão com atendimento médico psiquiátrico, clínico, exames laboratoriais e assistência psicológica, entre outros. Também fazem parte do complexo consultórios para atendimento odontológico e ginecológico, quadras poliesportivas, oficinas terapêuticas, salas de aula e de atividades em grupo.

Localizada na Vila Nova Heliópolis, zona sul de São Paulo, oferece 50 leitos para adolescentes do sexo masculino, 15 para adolescentes do sexo feminino, dez para adultos do sexo masculino e cinco para adultos do sexo feminino. Esses grupos ficarão em alas separadas da instituição, conforme normatização do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Após o período de desintoxicação e resolução da crise, os pacientes serão reencaminhados para tratamento ambulatorial nos equipamentos da rede municipal, de acordo com orientação do médico-assistente.

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