Projetos Sociais

Projetos Sociais (5)

Projeto Rede

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Projeto Rede contribui para educação inclusiva na cidade de São Paulo

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Nascido através de uma parceria entre a SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina e a Secretaria Municipal de Educação, o Projeto Rede faz parte do Programa Inclui, que visa à inclusão social e educacional de alunos com necessidades educacionais especiais na rede de ensino regular, transformando cada vez mais as escolas em ambientes adaptados e acolhedores. Iniciado em setembro de 2010,o Projeto Rede visa recrutar e treinar as pessoas da comunidade para se tornarem tutores dos alunos com deficiência e auxiliá-los nas atividades de vida escolar, denominados auxiliar de vida escolar (AVE). Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais visitam as escolas e os alunos contemplados pelo projeto com o intuito de supervisionar a atuação dos AVEs, monitorar o desenvolvimento dos alunos e garantir a qualidade do serviço prestado 

Orientar e capacitar auxiliares de vida escolar, equipe escolar e a comunidade faz parte das vertentes do projeto, que ainda busca o acolhimento clínico desses alunos. O programa enfatiza conceitos de valorização do ser humano, mostrando que deficiência nem sempre significa incapacidade e potencializando cada vez mais a capacidade residual que cada criança tem.  Seu principal objetivo é integrar as alunos com deficiência nas atividades do dia a dia, promovendo sua independência.

Em 2014, o programa acompanhou, em média, cerca de 3 mil jovens por mês. Trata-se de um aumento de 470% no número de contemplados em quando anos, quando foram registrados, inicialmente, 637 participantes.

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Inclusão

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Oportunidades para portadores de necessidades especiais

A SPDM oferece oportunidades de trabalho em suas unidades hospitalares, com plano de carreira, para portadores de necessidades especiais. Para tanto, periodicamente publica anúncio recrutando esses profissionais, nos principais jornais de São Paulo e dos municípios em que se localizam os hospitais afiliados.

A SPDM está recrutando Pessoas com Deficiência para atuar nas seguintes unidades:

  • Hospital São Paulo
  • Hospital Vila Maria
  • Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo Euryclides de Jesus Zerbini (ex-Brigadeiro)
  • Hospital Estadual de Diadema
  • Hospital de Clinicas Luiza de Pinho Melo
  • Ambulatório Maria Zélia
  • Hospital Geral de Pirajussara
  • PAIS – Programa de Atenção Integral à Saúde
  • Hospital Municipal Dr. Jose de Carvalho F. (S.J. Campos)
  • Hospital Municipal de Barueri
  • Complexo Hospitalar Ouro Verde
  • Hospital Municipal Pimentas
  • Núcleo de Gestão Assistencial Várzea do Carmo

Cadastre seu curriculum em www.curriculum.spdm.org.br ou no endereço – Rua: Dr. Diogo de Faria, 1036 1º andar - Vl. Clementino - SP."[...]

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Visão do Futuro

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visao futuro2013Pelo quinto ano consecutivo, o Hospital São Paulo (HSP) e o Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) participam do “Programa Visão do Futuro”, prestando atendimento clínico a alunos da 1ª série do ensino fundamental que apresentaram algum tipo de dificuldade visual durante triagem realizada nas instituições de ensino público. No decorrer de 2013, estão previstas nove edições do “Visão do Futuro”, com expectativa de atendimento de mais de 30 mil crianças em todos os centros.

O Programa Visão do Futuro é uma iniciativa da Secretaria Estadual de Saúde em parceria com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Professores das redes públicas de ensino estadual e municipal da capital foram treinados para que possam realizar testes de acuidade visual em todos os alunos matriculados na 1a série do ensino fundamental. As crianças  que não passam neste teste  são encaminhados  para avaliação oftalmológica completa. Se for constatada a deficiência  visual por falta de óculos, a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo fornece gratuitamente os óculos. As crianças que passam a usar óculos são reavaliadas no ano seguinte quanto aos resultados deste uso.[...]

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Mutirões de Catarata e Diabetes

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Nos últimos 13 anos, o Instituto da Visão da UNIFESP, em parcerias sucessivas com o Ministério da Saúde e com as Secretarias da Saúde Estadual e Municipal de São Paulo, vem realizando diversas campanhas de atendimento em massa para detecção e tratamento de problemas oftalmológicos de grande incidência, como a catarata e retinopatia diabética, os "mutirões". Atualmente, a iniciativa integra o Programa de Saúde Ocular do Departamento de Oftalmologia da UNIFESP, mas o nome original se mantém porque foi incorporado culturalmente pela população.

A evolução do atendimento, a progressiva melhor organização do SUS na cidade e no Estado de SP, bem como os grandes avanços observados também no Ministério da Saúde levaram a mudanças importantes neste trabalho de parceria comunitária da Universidade, do Instituto da VISÃO juntamente a clubes de serviço como o LIONS, outras universidades e muitas ONGs que atuam na área. Os 80 mutirões realizados pelo Instituto da Visão desde 1997, proporcionando atendimento a cerca de 270 mil pessoas, também contribuíram para evolução do know-how das cirurgias de catarata. Além de tornar o procedimento mais rápido e menos invasivo, portanto ambulatorial, permitiram aumentar substancialmente o número de pessoas atendidas, de 300/ano para 670/mês. Esses resultados somados ao caráter social da Instituição são responsáveis pela continuidade e aprimoramento do nosso Programa de Mutirões.

Até o momento, a Institutição manteve o foco do programa nas principais causas de cegueira tratável, que são a catarata e a retinopatia diabética - cerca de 60% da população acima de 60 anos de idade tem catarata, enquanto 35% dos diabéticos podem desenvolver Retinopatia Diabética, mesmo com a doença sob controle. Entretanto, como a mudança de perfil da população exige adequações do sistema de saúde, a expertise dos mutirões será utilizada para ampliar esse tipo de atendimento aos portadores das doenças da mácula (retina) relacionadas à idade. Devido ao aumento da expectativa de vida da população, a Maculopatia Relacionada à Idade (MRI) está se tornando uma das principais causas de perda da visão em pacientes acima de 55 anos, com cerca de 5 milhões de brasileiros acometidos. Até recentemente, não havia tratamento para essas doenças. Somente nos últimos meses, surgiram novas terapias, com um custo menor, que possibilitaram tratar os casos de maior risco e com mais possibilidade de sucesso.

As únicas exigências para o atendimento são que, além do documento de identidade, os pacientes apresentem o "Cartão Nacional de Saúde", que pode ser obtido no Posto de Saúde mais próximo da residência dos interessados.

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Projeto Xingu

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Projeto XinguEm 1965, o sertanista Orlando Villas-Boas, então diretor do Parque Indígena do Xingu, convidou Roberto Geraldo Baruzzi, professor da Escola Paulista de Medicina (EPM), para desenvolver um programa de saúde nas comunidades do recém-criado Parque Indígena do Xingu. No mesmo ano o primeiro convênio entre a EPM e o Parque foi firmado, inaugurando o Projeto Xingu.

Pelo acordo inicial, a EPM passou a enviar equipes de médicos, enfermeiras e dentistas quatro vezes ao ano para a região. Durante esse período, os profissionais de saúde realizavam vacinação e atendimento de ocorrências clínicas, além de fazer o cadastramento médico da população - na época cerca de 1.200 habitantes. O convênio disponibilizava o Hospital São Paulo para atendimento de casos clínicos ou cirúrgicos especializados. As equipes também colaboravam quando ocorriam epidemias. A Funai entrava com a infraestrutura e o transporte e a EPM com os profissionais.

A partir de 1990, o Projeto Xingu deu início à formação dos agentes de saúde e auxiliares de enfermagem indígenas, com temas referentes a atenção primária, saneamento, técnicas de enfermagem e de laboratório. Os cursos têm sido realizados de forma modular e persistem até os dias de hoje, formando novas turmas. Eles recebem noções sobre doenças diarreicas, respiratórias, malária, tuberculose, DSTs, aids e, mais recentemente, doenças relacionadas às mudanças do modo de viver, como hipertensão, diabetes e obesidade. A SPDM acompanhou, como parceira, todo esse período, possibilitando a contratação das equipes que atuam no Projeto Xingu.

Em 1999, foi promulgada a Lei nº 9.836, que regulamenta o atendimento de saúde das populações indígenas e entrou para a história do país como Lei Sergio Arouca. Essa lei incluiu a população indígena no SUS, estruturando uma rede de serviços de atenção básica à saúde nos territórios indígenas. Foram criados 34 distritos sanitários especiais, com equipes multiprofissionais responsáveis pelo atenção básica, envolvendo educação para a saúde, vacinação, acompanhamento pré-natal, controle de tuberculose, DSTs etc., articulados à rede regional do SUS, para atendimentos mais complexos. Nessa época, foi assinado um convênio entre a Unifesp e o governo federal, através da Fundação Nacional de Saúde/MS, para manter e ampliar o atendimento já existente no Xingu. Nesse convênio a parceria com a SPDM foi fundamental, possibilitando a contratação das equipes de saúde.

Segundo o professor Douglas Rodrigues, a receita do sucesso se baseou no respeito e valorização da cultura centenária dos indígenas e seus sistemas de cura, com seus pajés, rezadores e raizeiros. Dessa convivência, ancorada na troca de saberes, acabou surgindo um diálogo entre as medicinas e os profissionais, pois havia a consciência de que só seria possível interferir em determinados processos de saúde e doença a partir do entendimento e respeito à cultura indígena.[...]

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