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Pais de alunos com necessidades especiais participam de encontros do Programa Inclui



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A partir desta segunda-feira, 11, e durante toda a semana, vários encontros nas 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs) vão reunir equipes  multidisciplinares do Programa Inclui e pais de alunos portadores de necessidades educacionais especiais
que estudam na Rede Municipal de Ensino. Além de ser informados sobre a evolução escolar de seus filhos, os pais vão tirar dúvidas sobre o programa e a atuação dos Auxiliares de Vida Escolar (AVEs), profissionais que acompanham os alunos com deficiências severas que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se.

Os encontros devem reunir psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, além de psiquiatras, fisiatras e assistentes sociais da Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM). Na oportunidade, serão apresentados diferentes instrumentos usados na avaliação dos alunos. O primeiro é o teste de Denver, que avalia o comportamento motor, contato social e a linguagem da criança. O outro é um miniexame de estado mental. Ambos já são aplicados nas escolas municipais.

 Segundo Patrícia Tanoue Peres, coordenadora do projeto Rede – a frente de trabalho do Inclui que envolve a atuação das equipes multidisciplinares nas escolas -, a partir do conhecimento dessas ferramentas  os pais poderão entender os diferentes tipos de apoio que devem ser dados a seus filhos. Patrícia cita como exemplo uma criança que ainda não tem autonomia, mas que tem identificada sua capacidade de pegar um copo para tomar água sozinha. “Nesses casos, podemos pedir à mãe que não faça pela criança, mas com ela”. Para ela, toda criança com necessidades especiais apresenta restrições,  dificuldades, limitações e, por causa disso,  precisa ser entendida. Uma das maneiras, propõe, é fazer uma conta de subtração. “O que sobra é o potencial funcional residual dela, ou seja, suas capacidades”, explica. Segundo ela, o desenvolvimento depende de fatores internos da criança – o potencial residual – e externos, que compreendem as relações, que se dão principalmente na escola e em casa. “Essas relações com o meio são determinantes para o sucesso do processo de inclusão”.





   
   

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