Dica Cultural

“Pais e Filhas”: as consequências e dificuldades de se amar

“Pais e Filhas”: as consequências e dificuldades de se amar

Jake Davis (Russell Crowe) é um escritor ganhador do prêmio Pulitzer (concedido pela Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque, como reconhecimento a trabalhos de excelência nas áreas do jornalismo, literatura e composição musical), que fica viúvo após um acidente de carro e precisa cuidar sozinho de sua filha de cinco anos.

O filme se passa em dois momentos, ao longo de 25 anos. Em 1980, apesar do enorme amor de Jake pela pequena Katie (Kylie Rogers), ele tem um esgotamento mental e precisa ser internado, enquanto sua filha vai para a casa dos tios.

Atualmente, uma Katie (Amanda Seyfried) adulta, por volta dos seus 30 anos, vive em Manhattan. É uma assistente social que cuida de crianças com problemas psicológicos, enquanto enfrenta seus próprios demônios, tentando lidar com os fantasmas que resultam de uma infância conturbada.

O Jake precisa enfrentar muitos desafios, incluindo seu transtorno mental, e é justamente o amor que sente pela filha que lhe dá forças. Kate, por sua vez, cresce acreditando ser incapaz de amar, contentando-se com eventuais relacionamentos vazios, mas se vê tentada a olhar-se de outra maneira.

Pais e Filhas é um filme que conta uma história de amor e fala sobre consequências, sobre as dicotomias constantes nos relacionamentos, seja no de pai e filha, profissional e paciente, namorados, família e sociedade.

Pais e Filhas (Fathers and Daughters, EUA, Itália, 2015) dirigido por Gabriele Muccino, com Aaron Paul, Amanda Seyfried, Brendan Griffin, Bruce Greenwood, Chris Douglass, Diane Kruger, Jake Scheib, Jane Fonda, Janet McTeer, Jenny Vos, Kylie Rogers, Octavia Spencer, Quvenzhané Wallis, Russell Crowe, Ryan Eggold.

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