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Homens vão pela 1ª vez ao urologista e são acompanhados de filhos e afilhados

Homens vão pela 1ª vez ao urologista e são acompanhados de filhos e afilhados

Prevenção e detecção de câncer de próstata aconteceu no último sábado, dia 21, e será tema de documentário gravado por adolescentes de ONG, com premiação oferecida pelo Centro de Referência em Saúde do Homem

O AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de Taboão da Serra, unidade estadual gerenciada em parceria com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) recebeu, no último sábado, 21, homens que foram pela primeira vez em suas vidas a um médico urologista. Seus filhos e afilhados acompanharam - e incntivaram.

Os jovens adolescentes, integrantes da ONG Arrastão, foram convidados pelo Centro de Referência em Saúde do Homem (CRSH), da Secretaria de Estado da Saúde, também gerenciado pela SPDM, a produzir um documentário sobre a ida do pai ao urologista no AME. Os três melhores filmes serão premiados em umsimpósio de enfermagem, que será realizado no próximo dia 30/11, no Hospital de Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini.


Doze jovens participaram no último dia 9 de uma oficina de cinema e documentário com a produtora Panamérica Filmes, cuja ideia é incentivar as gerações a realizar os exames de prevenção e detecção precoce do câncer de próstata.


“O desafio é transformar os documentários em educação continuada para familiares e comunidade, a fim de tirar o preconceito sobre os exames de diagnóstico e prevenção da doença”, explica Ernandes de Souza, enfermeiro de educação continuada do Centro de Referência em Saúde do Homem.


Os médicos urologistas afirmam que a família e os filhos têm um papel fundamental da ida do homem ao médico . Uma pesquisa realizada por médicos do CRSH apontou que 70% dos homens só vão ao médico acompanhado da esposa ou dos filhos.


“Na maioria das consultas, o paciente só comparece ao hospital por insistência da família. Quando falamos de câncer de próstata, o preconceito com os exames de prevenção já diminuíram, mas ainda está longe do ideal. E a família pode ajudar nesse processo”, explica Claudio Murta, coordenadordo Centro de Referência em Saúde do Homem.

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