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Pacientes do CAPS Vila Maria/Vila Guilherme expõem no Instituo Tomie Ohtake

Pacientes do CAPS Vila Maria/Vila Guilherme expõem no Instituo Tomie Ohtake

Obras são fruto do Projeto Marcenaria

Na última sexta-feira (18) os pacientes atendidos pelo Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPS) Vila Maria/Vila Guilherme exibiram, no Instituto Tomie Ohtake, obras do Projeto Marcenaria. A unidade, que pertence à Coordenadoria Regional de Saúde Norte (CRS Norte), é administrada pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).

O projeto tem por objetivo a criação de objetos em madeira, utilizando técnicas simples e fundamentais de marcenaria, levando os jovens a imaginar um objeto e projetá-lo, tornando-o realidade por meio das orientações e recursos fornecidos durante a iniciativa.

Arte e terapia

William Luiz Aoqui, coordenador médico do CAPS Vila Maria/ Vila Guilherme, frisou a importância do trabalho: “O projeto foi incluído dentro da proposta terapêutica dos adolescentes para trabalhar as questões de reabilitação psicossocial e protagonismo do usuário. O projeto também os estimula a conhecer mais sobre arte e cultura, além de ser uma proposta de inclusão em sociedade e de resgate das potencialidades que cada indivíduo possui”.

Já para o Professor Cláudio Ribeiro Barros o projeto desperta nos pacientes a vontade de se expressar. “A arte é uma atividade pedagógica e terapêutica, uma atividade humana por excelência, um exercício de reconstrução e reorganização subjetiva. O sujeito, além de expressar aquilo que ele tem por dentro, ainda mostra quem ele é. Então, pra você trabalhar e fazer um trabalho como qualquer um desses feitos aqui, é necessário ter uma ideia, imaginar, fazer um planejamento e dele estabelecer medidas e começar a construir cada pedaço das obras expostas”, afirma Barros.

‘CAPS é uma família’

Segundo Silvania Maria da Conceição Correia, mãe de Elton, um dos adolescentes expositores, “o CAPS é uma família”. “No sentindo do apoio, para mim e para o meu filho é lá que ele tem atendimento psicológico, entre outras atividades. O projeto de marcenaria auxiliou bastante na percepção e interação socialmente e culturalmente do meu filho”, afirma.

Os pacientes iniciaram a participação no Projeto Marcenaria no segundo semestre de 2015, quando passaram a realizar atividades no Instituto, sempre às sextas-feiras no período da manhã. No último dia 4 de dezembro ocorreu o encerramento das oficinas em 2015.

Por Danielle Lobato
Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/

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