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Cigarro é prejudicial até de longe!

Cigarro é prejudicial até de longe!

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, o HMB alerta sobre os riscos do cigarro para quem convive com fumantes

Que o cigarro faz mal à saúde do fumante não é nenhuma novidade, mas quais são as consequências para as pessoas que estão próximas de quem fuma? Neste Dia Nacional de Combate ao Fumo (29/08), o Hospital Municipal de Barueri, unidade da Prefeitura gerenciada em parceria com a SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, alerta para os danos que o cigarro provoca na saúde dos fumantes passivos.

A inalação da fumaça de derivados do tabaco, como cigarro, charuto e narguilé, por pessoas não-fumantes é considerado tabagismo passivo. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a fumaça do cigarro mistura cerca de 4.720 substâncias tóxicas e a fumaça que sai da ponta do cigarro tem três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a própria fumaça inalada pelo fumante.

Mais alarmantes ainda são os casos de crianças que convivem com tabagistas e acabam tornando-se fumantes passivos desde muito cedo. “Existem mães em aleitamento que fumam, e o leite concentra todas as substâncias que a mãe tem acesso, seja pela pele, pelo cabelo ou pela corrente sanguínea, que é o caso do cigarro”, alerta Lia Lopes, pediatra do HMB, que explica que os efeitos são tão graves como se o próprio bebê estivesse fumando.

Para quem não fuma, até o cheiro do cigarro incomoda, mas muito mais prejudicial é a fumaça, que pode causar desde uma reação alérgica até doenças crônicas. Por exemplo, rinite, tosse, conjuntivite, asma, bronquite crônica e câncer de pulmão, além de infecções respiratórias especificamente nas crianças, são algumas complicações causadas pela exposição à fumaça do tabaco, segundo o INCA.

“Só fumar longe das outras pessoas não resolve a situação, pois as substâncias do cigarro permanecem nas roupas e até na pele. No caso de pais e cuidadores, o ideal é que parem de fumar”, informa a pediatra, que esclarece que além de implicações emocionais, como irritação e sono agitado, o contato com o tabagismo pode gerar atraso no desenvolvimento global da criança.

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