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SPDM gerencia mais de 1.500 leitos para Covid-19 no Brasil

SPDM gerencia mais de 1.500 leitos para Covid-19 no Brasil

Associação atua inclusive em hospitais de campanha espalhados pelo país

Diante da pandemia de coronavírus que afeta nosso país, a SPDM - Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina ampliou sua atuação e é hoje uma das Organizações Sociais de Saúde (OSS) mais atuantes no combate ao novo coronavírus no Brasil. Atualmente, já são 1.518 leitos, tanto de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) quanto de enfermaria, destinados aos pacientes de baixa complexidade, em estados como São Paulo, Minas Gerais e Ceará. 

“A SPDM tem desenvolvido um papel-chave no cenário atual. A expertise da entidade, conquistada em mais de oito décadas de atuação, possibilita a associação de tecnologia de ponta com a atuação de equipes multiprofissionais de alta qualidade, compostas por intensivistas, infectologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, fundamentais para tratar a doença de forma integral”, comenta Ronaldo Laranjeira, diretor-presidente da SPDM. 

O Hospital São Paulo (HSP), por exemplo, conta atualmente com 119 leitos voltados para atendimento a pacientes com Covid-19, sendo 59 de UTI e 60 de enfermaria. É importante destacar que, como a unidade possui pronto-socorro e não deixou de atender aos demais casos durante a pandemia, os leitos de UTI que já existiam no hospital não foram afetados. A equipe do HSP acompanha constantemente os dados epidemiológicos, para avaliar a necessidade de ampliação do número de leitos destinados ao atendimento de pacientes infectados com coronavírus.

Diversas unidades administradas pela SPDM passaram por uma ampliação de leitos de cuidados intensivos, voltados exclusivamente ao atendimento de casos de Covid-19, como o Hospital Municipal de Parelheiros, que gradativamente tem aberto vagas para atendimento a vítimas da doença. Quando atingir pleno funcionamento, a unidade terá 288 leitos, inclusive de UTI, equipados, por exemplo, com respiradores artificiais, monitores multiparâmetros e bombas de infusão.

Outras unidades passaram por adaptação, para atendimentos exclusivos da doença, como, por exemplo, o Hospital Municipal de Barueri, que fez as adequações necessárias para isolar cerca de 100 leitos para pacientes com suspeita ou confirmação da doença. 

 Além disso, a SPDM também assumiu o atendimento de hospitais de campanha, como na Praia Grande, Fortaleza, Taboão da Serra e em parte do Hospital Municipal de Campanha do Anhembi, montados especialmente para oferecer acolhimento aos pacientes considerados menos graves, que não exigem cuidados intensivos, com objetivo de garantir que os hospitais consigam priorizar o atendimentos críticos.

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