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Para brasileiros, tecnologia pode revolucionar saúde e educação

Um estudo encomendado pela Intel à Penn Schoen Berland levantou dados sobre a percepção e a expectativa das pessoas com relação ao impacto da tecnologia e da inovação. Entre os brasileiros, a educação (70%) e a saúde (56%) concentram as maiores expectativas.Intitulada “Intel Global Innovation Barometer”, a pesquisa ouviu 12 mil pessoas em oito países, entre eles o Brasil. O estudo mostrou que os brasileiros são grandes entusiastas da inovação, mas ao mesmo tempo acreditam que a sociedade tornou-se muito dependente da tecnologia e que as informações pessoais deveriam ser preservadas.Na saúde, enquanto países mais desenvolvidos apresentam mais desconfiança quanto ao uso de novas tecnologias, os emergentes abraçam as novidades com muito entusiasmo. No Brasil, as pessoas se sentiriam confortáveis em usar tecnologias como frascos de remédios com sensores (83%), assentos sanitários com sensores (78%), cápsulas ingeríveis com sensores (74%), consultas via comunicação à distância (72%) ou robôs cirurgiões (60%).Mais da metade dos brasileiros acreditam que seriam capazes de monitorar sua pressão arterial com o uso de tecnologia (52%), enquanto 39% acreditam que seriam capazes de capturar imagens de ultrassom por meio de dispositivos pessoais. Os brasileiros também são a favor da ideia de compartilhar informações sobre sua saúde de forma anônima em troca de custos reduzidos para os tratamentos e remédios.

Educação
A ideia de que a tecnologia pode melhorar a qualidade da educação é quase unânime no País, com 96% de respostas positivas. Além disso, 57% acreditam que ensinar a usar ferramentas tecnológicas é tão importante quanto outras disciplinas fundamentais durante o ensino básico. Mais de três em cada quatro brasileiros querem mais investimentos em tecnologia nas escolas (81%) e que as escolas e professores confiem mais na tecnologia (77%).Quando perguntados sobre quais as mudanças a tecnologia poderia trazer ao ensino básico na próxima década, oito em cada 10 brasileiros acreditam na adoção de módulos online como um suplemento ao estudo em sala de aula e ao professor, enquanto apenas 46% – uma das menores média globais – acreditam que o estudo online pode substituir definitivamente o professor.

Comparação
Na comparação global, fica claro como os brasileiros são apaixonados pela tecnologia. Nove em cada 10 brasileiros acreditam que a tecnologia torna sua vida mais fácil e que a inovação tecnológica tem um efeito positivo na sociedade (95%, contra 84% da média global). Os brasileiros também estão muito otimistas com o futuro da indústria local de tecnologia (92%, contra 69% na média global) e um em cada três brasileiros acreditam que o Brasil está no caminho certo para se tornar um líder global em inovação.Outros países que apresentaram alto índice de confiança na tecnologia e na indústria local são economias emergentes como Índia (98%), Indonésia (86%) e China (84%). Os Estados Unidos são o único país desenvolvido entre os pesquisados que demonstrou alto índice de confiança na indústria – 88%.Embora o otimismo do Brasil esteja mais alinhado com os mercados emergentes, o Brasil também apresenta uma característica em comum com as economias mais desenvolvidas – em especial a desconfiança em compartilhar informações pessoais para ajudar a criar tecnologias inovadoras. Por exemplo, 51% dos brasileiros disseram não se sentir confortáveis em deixar empresas acessarem informações bancárias para criarem tecnologias e serviços inovadores, contra 39% na China, 21% na Índia e 28% na Indonésia.Setenta por cento dos brasileiros também acreditam que a sociedade atual é demasiadamente dependente da tecnologia – preocupação que é bem menor em países como China (32%), Itália (33%), Indonésia (41%) e Japão (47%). Em todos os países, os jovens com menos de 25 anos foram mais propensos a acreditar que nossa sociedade poderia fazer um uso maior da tecnologia.A pesquisa foi conduzida pela Penn Schoen Berland a pedido da Intel, de 28 de julho a 15 de agosto de 2013, em oito países: Brasil, China, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão e Estados Unidos. Foram entrevistados 12.000 pessoas com mais de 18 anos. A pesquisa tem uma margem de erro de mais ou menos 0,89 pontos percentuais.

Fonte: Saúde Web

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