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Hospital Geral de Pedreira promove simulação realística no processo de doação de órgãos

Hospital Geral de Pedreira promove simulação realística no processo de doação de órgãos

Mês que aborda a importância da doação de órgãos vai contar ainda com simpósios e homenagem a familiares doadores em outras unidades estaduais

O Hospital Geral de Pedreira, unidade da Secretaria de Estado da Saúde administrada em parceria com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), promoveu nesta quarta-feira (6) uma simulação realística no processo de doação de órgãos.

A ação movimentou diretamente cerca de 12 profissionais da saúde e foi elaborada com o objetivo de simular, de maneira prática, as três principais etapas do processo de doação de órgãos.

noticia 06092017 2 min

Os participantes acompanharam uma palestra, na parte da manhã, sobre o processo de doação. Em seguida, passaram por três cenários realísticos com diferentes profissionais, entre enfermeiras, médico intensivista e psicóloga. O primeiro cenário abordou a abertura de protocolo de morte encefálica. O segundo tratou sobre a manutenção do potencial doador de órgãos e o terceiro cenário abordou os aspectos da entrevista familiar.

A simulação contou com a presença de 45 profissionais de saúde de diversas unidades,  preenchendo todas as vagas disponíveis. Esta foi a primeira vez que uma ação neste formato aconteceu na unidade.

O evento faz parte da campanha “Sim Para Doação”, que celebra o Setembro Verde, mês de conscientização da doação de órgãos. O objetivo é conscientizar tanto a população em geral, como profissionais de saúde, com relação aos procedimentos necessários para viabilizar uma doação.

Outros hospitais estaduais também vão contar com ações especiais durante o mês de setembro.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o Brasil teve um aumento de 3,5% na doação de órgãos em 2016, atingindo uma taxa de 14,6 doadores por milhão de população. Entretanto, o índice de recusa familiar ainda é bastante alto. Atualmente, 43% das famílias brasileiras entrevistadas não autorizam a doação de órgãos.

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